Óleo de Melaleuca São Paulo, São Paulo

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Emporio Graos da Terra
(11) 3892-3197
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São Paulo, São Paulo
 
Redil Produtos Naturais
(11) 2280-9979
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São Paulo, São Paulo
 
Vida Leve Com
(11) 3078-0198
Rua João Cachoeira 213
São Paulo, São Paulo
 
Fitogalen
(11) 5081-5297
Rua Dia 3 de Maio 215
São Paulo, São Paulo
 
Herba Natural Comercio de Cosmeticos e Produtos Naturais
(11) 2982-0425
Rua Paulo de Faria 27
São Paulo, São Paulo
 
Mundo Verde
(11) 3628-4350
Avenida Cotovia 328
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Vita Verde
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Rua Vergueiro 6409 box 34
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Novo Tempo Representações
(11) 2475-3681
Rua Luiz Faccini 264
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Viva Melhor Produtos Naturais
(11) 2092-6874
Rua Serra de Bragança 613
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Base Vital Com de Produtos Terapêuticos Ltda
(11) 3228-0829
Rua Marcelino Antônio Dutra 325 pi 2
São Paulo, São Paulo
 

Óleo de Melaleuca

Óleo feito a partir da planta combate bactérias, fungos e até vírus.

Você pode nunca ter escutado o nome dessa planta, mas ela é uma velha conhecida no outro lado do mundo. Original da Austrália, a melaleuca era muito usada pela tribo de aborígenes Bundjalung, que costumava aproveitar o macerado da planta para alívio de dores, e também se banhava no lago em que suas folhas caíam, como uma forma de relaxamento (uma espécie de banho terapêutico). Hoje ela é cultivada também na Ásia, Europa e América do Sul, sempre em áreas pantanosas e é conhecida com "Tea Tree".

A melaleuca pertence à família botânica Myrtaceae (mesma da jabuticaba) e suas espécies mais conhecidas são a Melaleuca alternifolia e Melaleuca leucadendron. Ambas são valorizadas culturalmente devido ao potencial medicinal do óleo retirado de suas folhas, de cor amarela clara e forte aroma, muito utilizado em produtos farmacêuticos e cosméticos. A partir de três estudos estrangeiros (veja mais aqui, aqui e aqui), serão elencadas abaixo as principais características dos dois tipos citados:

Melaleuca alternifolia

Essa espécie é a mais pesquisada e usada em cosméticos, sendo dividida em seis variedades, dependendo da composição química do óleo. A mais comercializada é a que possui grande quantidade de terpinen-4-ol, que é o principal responsável pela sua capacidade antifúngica e antibacteriana. O óleo dessa espécie foi comparado com outros agentes terapêuticos, como o fenol, e se mostrou muito mais eficiente.

Estudos obtiveram sucesso quando colocaram à exposição do óleo organismos como Escherichia coli (bactéria que pode causar diarréias, infecção urinária e até mesmo meningite), Staphylococcus aureus (bactéria causadora de pneumonia, furúnculo, infecções na pele e coração) e Candida albicans (fungo causador da candidíase oral e vaginal). Como esses organismos são permeáveis ao óleo, os principais efeitos encontrados nas bactérias são a inibição da respiração de suas células e a alteração na estrutura e na integridade de sua membrana, bem como vazamento do material intracelular. Isso leva à morte das bactérias e eliminação das doenças. Além disso, a composição química do óleo é bastante complexa a ponto de a bactéria não conseguir modificar seu sistema enzimático para se adaptar aos efeitos do óleo.

No caso de fungos, foram observados efeitos iguais aos ocorridos com as bactérias, além de ter processos de seu crescimento inibidos. O potencial do óleo também tem sido aplicado em estudos com vírus, e os resultados são positivos. Há inibição do crescimento do vírus HSV1 e 2, causador da Herpes em humanos, sendo que a taxa de eficácia depende da fase do ciclo replicativo do vírus no momento em que o óleo é aplicado. Houve também diminuição do crescimento de protozoários, como o Leishmania major (causador da Leishmaniose) e Trypanosoma brucei (causador da “Doença do Sono”). Fica evidenciada então a função anti-séptica do óleo, que é uma alternativa à desinfecção de água e de alimentos sem o uso de cloro.

Para uso no tratamento de acne, os efeitos do óleo são relativamente parecidos com os de substâncias sintéticas do mercado. Porém, seus efeitos secundários, como descamação e coceira são mais leves. O óleo também tem demonstrado eficiência em induzir respostas imunes, diminuindo processos antiinflamatórios e sintomas de dor, e, no caso de queimaduras, há regeneração mais rápida da pele.

Melaleuca lecadendro

O óleo dessa espécie é chamado de “cajuputi”, e tem como principal ativo a substância cineol. Ele segue o da alternifolia em sua propriedade anti-séptica, mas também é usado como analgésico. Quando aplicado no local, o óleo alivia dores de reumatismo e musculares. Ele também é muito usado como expectorante, para cuidados gastrointestinais e como antiespamódico.

Devido a esses diversos benefícios, sempre que for possível, dê preferência a produtos que são feitos a partir da melaleuca em detrimento de fabricações 100% sintéticas. Os mais acessíveis são antissépticos e óleos essenciais.