Óleo de coco Maringá, Paraná

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Óleo de coco

ResumoO óleo de coco tornou-se muito popular devido ao seu suposto efeito emagrecedor. A opinião de especialistas é controversa. O que não parece ser dúvida, é que quando comparado com outros óleos vegetais, o óleo de coco gera menos colesterol total e é menos acumulado como gordura abdominal. Mas ainda são necessários outros estudos para comprovar seu efeito emagrecedor.Estudos recentes demonstraram que o consumo diário do óleo de coco sem substituição a outros óleos vegetais, em conjunto a uma dieta balanceada e prática de exercícios, pode levar a uma redução da circunferência abdominal. No entanto, vale lembrar que cada colher de óleo de coco possui cerca de 110 calorias por colher de sopa e que por ser composto por gorduras saturadas, deve ser consumido com moderação. As gorduras saturadas, quando consumidas em excesso podem levar não só ao aumento de peso, mas também ao aumento do colesterol e problemas cardíacos. Portanto, caso escolha pela utilização do óleo de coco, recomendamos que procure um nutricionista para adequar a uma dieta balanceada e se limite no consumo de 2 colheres de sopa por dia. NomesNome: Óleo de cocoNome latim: Cocos nucifera L.(nome científico da palmeira)Nome inglês: Coconut oil, coconut butter Nome francês: l'huile de noix de cocoNome alemão: KokosölNome italiano: olio di coccoNome espanhol: aceite de cocoFamíliaArecaceae (Palmae)ComponentesGlicerol e ácidos graxos, como: acido láurico (gordura saturado de cadeia média – principal componente responsável por seus efeitos), ácido mirístico, ácido caprílico, ácido capróico, ácido cáprico, ácido palmítico, ácido palmitoleico, ácido esteárico, ácido oleico, ácido linoleico e ácido araquídico. Partes utilizadasÓleo extraído da polpa do fruto. Outras partes do coco, como a água de coco, trazem benefício à saúde, mas nesta página, trataremos somente do óleo de coco. EfeitosAntinflamatório (somente em casos agudos), antinociceptivo, antioxidante, redutor da circunferência abdominal, hepatorpotetor (dose-dependente), umectante (externo), cicatrizante (externo). Leia mais em: observações interessantesIndicações- emagrecer (em combinação com uma dieta balanceada e prática de exercícios - eficácia não comprovada)- osteoporose devido à menopausa (indício – necessário mais estudos)- cicatrização de feridas (uso externo)Efeitos secundáriosO óleo de coco é uma gordura, portanto, quando consumido em excesso pode levar ao aumento do colesterol e engordar. Contra-indicaçãoNão é recomendado o uso do óleo de coco requentado (ler mais em observações).O óleo de coco, como qualquer outra gordura saturada, é contra-indicado em casos de esteatose hepática (gordura no fígado) e pessoas que sofrem com um processo digestivo lento. InteraçãoNenhuma conhecida.Preparações- óleo de coco virgem ou refinado - óleo de coco extravirgem (possui maior concentração de antioxidantes)- cápsulas de óleo de cocoOnde cresce o coco?O coco prefere locais de alta temperatura, muita radiação solar e muita água. Pode ser encontrado em diversos países da Ásia, África e America do Sul. Quando colher?Segundo nossas informações, o coqueiro anão demora 2 anos para dar os primeiros cocos, já o coqueiro gigante demora cerca de 4 anos. Para fins de utilização se sua “carne”, o coco deve ser colhido de 12 a 13 meses após a polinização. Observações interessantesO óleo de coco é utilizado há milhares de anos pela população de muitos países asiáticos (ex. India, Malásia, Tailândia, Filipinas...) na culinária e para fins medicinais. Na medicina tradicional malaia é utilizado para tratar casos de febre, dor de cabeça, problemas digestivo e diarreia. A gordura saturada de cadeia médica é facilmente oxidada e metabolizada, não sendo armazenada no tecido adiposo (responsável pelo acúmulo de gordura na região da cintura), ao contrário das gorduras saturadas de cadeia longa.Comparado com outros óleos vegetais (oliva), o óleo de coco virgem melhora a metabolização lipídica do fígado, demonstrando um efeito hipolipidêmico, de acordo com o estudo indiano publicado em novembro de 2012 na revista Indian J Exp Biol. Um estudo piloto com 20 adultos obesos e saudáveis demonstrou que o óleo de coco virgem é eficaz na redução da circunferência abdominal especialmente em homens, no entanto, não demonstrou efeito no perfil lipídico (como o colesterol). Este estudo foi conduzido por Kai Ming Liau da Universiti Sains Malaysia e publicado em 2010 na revista ISRN Pharmacology. Estudo realizado por pesquisadores de Alagoas, comparou o consumo do óleo de coco com o de óleo de soja por 12 meses em 40 mulheres que estavam com dieta hipocalórica e orientações para prática de exercício. Não houve diferença na perda de peso entre os grupos, no grupo com óleo de coco e não houve alteração no perfil lipídico e houve redução da circunferência abdominal quando comparado com o grupo do óleo de soja.Em 2011, o pesquisador Zakaria da Universiti Sains Malaysia, demonstrou que o óleo de coco virgem pode ter um efeito hepatoprotetor. O estudo foi realizado com modelos animais e publicado na revista Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine. Já em 2012, os malaios publicaram mais um interessante estudo demonstrando que o óleo de coco virgem pode prevenir a perda óssea na pós-menopausa, devido a seu efeito antioxidante. Este estudo foi conduzido por Zil Hayatullina da Universiti Kebangsaan Malaysia e realizado com modelos animais. Um estudo indiano publicado em 2010 na revista British Journal of Nutrition, demonstrou os riscos genotóxicos e carcinogênicos ao fígado associado ao consumo do óleo de coco requentado, que produz a formação de compostos como os hidrocarbonatos policíclicos aromáticos como outros óleos vegetais. O estudo foi realizado com trutas, mas indica que também pode ser prejudicial aos humanos. Outro estudo indiano publicado em 2010 na revista Skin Pharmacol Physiol, realizado pela Universidade de Kerala, demonstrou em modelos animais que o óleo de coco virgem possui efeitos cicatrizantes quando aplicado topicamente sobre as feridas. Alguns estudos mais antigos demonstraram que a suplementação alimentar com o óleo de coco estava relacionada com aumento de doenças cardiovasculares e aumento de colesterol, mas muitos deste estudos utilizaram em sua análise o óleo de coco hidrolisado, mais difícil de metabolizar que o óleo virgem. Publicado na revista Elsevier Science Inc. em 1998, o estudo conduzido pelo pesquisador Almudena Gil-Villarino da Universidade de Granada - Espanha demonstrou o efeito hipercolesterolêmico (aumento de colesterol) da suplementação dietética com duas diferentes marcas de óleo de coco em galinhas, o efeito foi superior para uma das marcas.